Som, tom. Cantiga das almas, som das águas.



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Adentra a mente o som, o tom. O corpo emana a sinfonia ponte.
        Cair da noite, luz do luar, das crisálidas fontes, o vento a soprar. O uivo do cão, escuridão contrastada, à lua a beijar.
        Os olhos que cintilam a luz. Um sorriso que atrai no silêncio. O aperto no peito, rarefeito, sem jeito.

        Lá estávamos em algum lugar do passado..,
Passado da alma, das dívidas o encontro, para o conserto do pranto inquietado pelo tempo.
 
        Ondas selvagens, tempestades, raios e alardes que atormentam o sonhar. Que a vida pausa, que não possui cura, cicatriz profunda que o tempo somou. 

        Dívida insensata, cálculo inexato, injustiça ou pesadelo. Do escuro o zelo da luz, do tormento o anseio da paz. 
        Se o tempo tudo acabasse, tudo levasse...
        Se o vento nada trouxesse, tudo afastasse...
        Se o sentimento, somente criasse nada extinguisse.

Leva então ó tempo, mas não traga mais os ventos, extinga os sentimentos de raiva e rancor.

 Ao passado que não volte mais, às dívidas que sejam perdoadas, ao cálculo a soma perfeita de respeito e silêncio. 

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Todos os textos publicados nesse site não estão ligados diretamente a um só tema, contudo a ausência de cabrestos religiosos e de assuntos nos levará a uma mescla de opiniões, grande mistura de afirmações, para a resultante de muitas conclusões ainda suscetíveis, eternamente, a mudanças.

Boa leitura, espero que apliquem.