Rostos da multidão.


 Nestes rostos vejo as dores, destes pobres pecadores, nos sorrisos as lembranças, das nuances mansas de cores que enxugaram sangue  invés de suor. Nestes olhos apagados pelo tempo o sofrimento de não ver além da mancha escura. Eis essa vida crua que carregam nas costas e as quimeras que tanto lhes aprazem a doer.

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Boa leitura, espero que apliquem.